Ficarão de fora os cães e os feiticeiros...

Uma vez houvi dizer que são os pregadores que conduzem de forma errônea o rebanho levando a morte do espirito,estes são os cães!!!

Mateus- 7:6 -“Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem”.

Os falsos mestres são chamados de cães. (Filipenses- 3: 2)- Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão.

Os pecadores rebeldes são comparados a eles. (Apocalipse- 22:15)

Prostitutos dos templos pagãos. (Deuteronômio- 23: 18)

Até mesmo Jesus disse: não podemos dar o nosso pão aos cachorrinhos… As coisas santas. Estava se referindo às bênçãos que sustentam que era presente para os filhos de Deus, aqueles que acreditavam verdadeiramente na Palavra de Jesus Cristo e as obedeciam. (Marcos- 7:27 )

As bênçãos: Cura das doenças, libertação de todas as enfermidades do corpo e da alma. (Os presos no cativeiro por Satanás). Assim como o justo Jó, ou passando pelo crivo, peneirado como trigo como Pedro.

Promessa de Deus a todos que fossem obedientes aos seus mandamentos, que pela fé viessem crer em Jesus Cristo como Salvador, dos que se achavam perdidos. Aquela mulher estava nesta situação, e pela “fé” procurou Jesus, e reconheceu que não tinha direito pelo seu estado de miséria, procurando apenas uma migalha das bençãos prometidas aos filhos de Deus.

A nossa jornada aqui na terra é laboriosa, trabalho árduo, contra os falsos religiosos que contradizem a Palavra da Verdade, ensinando muitos a desviarem dos retos caminhos do Senhor, fazendo esfriarem a fé do povo de Deus e do Caminho Reto do Evangelho da Salvação.

Guardai-vos destes cães, que entram nos apriscos com vestimentas de ovelhas a fim de deturparem o Verdadeiro Evangelho de Cristo.

Pelos frutos conhecereis. Não olhando segundo as pessoas que estão voltadas pelas coisas terrenas, que só pensam nas coisas materiais, que olham para seu ventre, sua própria glória. Que só pensam em promoções de grandeza, orgulho e altivez.

Cães selvagens: Lobos; animal selvagem parecido com o cão doméstico. (João-10:12).

É símbolo de ferocidade (Gênesis- 49:27), destruição (Jeremias- 5:6) e crueldade (Ezequiel-22:27).

Os seus príncipes no meio dela são como lobos que arrebatam a presa, para derramarem sangue, para destruírem as almas, para seguirem a avareza.

Mateus-7:15- Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.

Lucas-10:3- Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.

Atos-20:29- Eu sei que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho.

Precisamos orar e vigiar, Jesus Cristo manda experimentar os espíritos… Vejam se eles trazem os frutos do Espírito Santo, uma árvore não pode produzir dois frutos. Pelos frutos se conhece a boa árvore…

O crescimento não são materiais, estas coisas que se desgastam pelo tempo, mas espirituais que se conservam para Deus. Não pensais nas coisas da terra, mas sim nas celestiais. Somos cidadãos celestiais de Deus porém vivendo neste mundo, mas voltados somente para o Senhor.

Se colocarmos nosso Deus em primeiro lugar em nossa vida, as demais coisas -“materiais”- Ele diz: não preocupeis porque vos será acrescentado. Ele nos suprirá além daquilo que precisamos. Viver na dependência de Deus é ser sábio espiritualmente.

Fonte(s):

É necessário lembrar que, para os judeus, os dois animais alistados (cães e porcos) são considerados impuros e, no caso dos porcos, mais especificamente, o Antigo Testamento condena até mesmo seu uso como alimentação (Lv 11.7). A expressão “não deis aos cães as coisas santas” parece ser uma alusão ao ato do sacerdote de lançar a carne do sacrifício (holocausto) para que os cães a comessem. Por seu turno, a expressão “deitar aos porcos as pérolas” aludiria à atitude de um homem rico que joga as “pequenas pérolas”, que tinham aparência semelhante às ervilhas e milhos, para que os porcos as comessem.
Por esse contexto (e atualizando sua mensagem), entendemos que Jesus se referia às pessoas que apreciam levantar dúvidas a respeito da fé cristã e da inerrância das Escrituras: “as pérolas”, as “coisas santas”. São os incrédulos ou os ateus, ou até mesmo meros zombadores do evangelho. A estes, a conversão ao evangelho de Jesus Cristo, a não ser pela atuação do Espírito Santo (Jo 16.7,8), é quase impossível. Logo, depreendemos que, para algumas pessoas, este evangelho do reino está limitado, restrito, pelo fato de elas não crerem. E não somente isso. Mas também por propagarem abertamente, de forma escarnecedora e por todos os meios possíveis, que o evangelho não passa de uma farsa e que a religião é um grande mal à sociedade, semelhante ao que disse Karl Marx, quando declarou que “a religião é o ópio do povo”. Em nosso caso, o protestantismo evangélico, pois não estamos tratando meramente de religião, mas do evangelho puro e genuíno de Cristo Jesus, cujo poder pode salvar a humanidade pecadora (Mt 1.21; At 4.12).
O precioso evangelho de Cristo, entendido claramente por aqueles que o aceitam como Salvador, não deve estar suplantado debaixo dos pés dos incrédulos, cuja intenção é zombar da fé cristã.


Escola X Violência

A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.
Porém, o que vemos são ações coercitivas, representadas pelo poder e autoritarismo dos professores, coordenação e direção, numa escala hierárquica, estando os alunos no meio dos conflitos profissionais que acabam por refletir dentro da sala de aula.
Além disso, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade quanto a uma sociedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos, conforme esses modelos sociais.
Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.
Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas se utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.

Aula motivadora que favorece a reflexão e o aprendizado

Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, oportunizando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.
Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação, para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos.
Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.